Olá, amigos! Assim como o segundo livro da trilogia de A curandeira de Zalindov, esse eu também li pela tradução mecânica. Sim, estava horrível. Não, não me arrependo.
Sobre o livro
Em The blood traitor, vemos Kiva voltar para a prisão de Zalindov após ser traída por sua irmã e ter traído Jaren. Na prisão, ela encontra amparo na pessoa mais improvável, a antiga líder dos rebeldes, mas consegue escapar logo no começo por conta de um acordo de casamento feito pela mãe dela antes de morrer. No encerramento dessa história, acompanhamos a reaproximação de Kiva e Jaren no âmbito romântico, o desenvolvimento dos poderes dela na parte do mundo fantástico e a retomada do poder pela família real.
Minha opinião (COM SPOILERS)
Infelizmente, eu não gostei do final desse livro e, consequentemente, do final da trilogia. Na minha humilde opinião, a autora estragou TODO o desenvolvimento e esforço da personagem principal. Mas vamos por partes. O começo é muito bom, o meio é melhor ainda e até 95% da livro é tudo perfeito. Os fatos acontecem de forma frenética, a introdução dos novos personagens é muito bem feita e a reaproximação da Kiva e do Jaren é natural e muito bem construída. Eu estava pronta para favoritar a série inteira. Porém, a autora escolheu fazer a Kiva perder os poderes e a punição da irmã dela foi ser mandava para uma Zalindov restaurada e com direitos humanos. Talvez eu seja muito perversa, mas, para mim, quem deveria ter perdido os poderes era a irmã dela e talvez até ido de arrasta. Achei esse final muito injusto e fiquei completamente revoltada. Para mim, matou completamente todo o esforço da Kiva, pois a gente passa o livro inteiro vendo ela aprender a dominar a magia e a estendê-la aos outros, assim como aprender a lutar, para, no final, ela não dar conta nem de lutar, nem de permanecer com a magia. Sim, ela não conseguiu lutar. O que se espera é que a protagonista fique forte no final e não que perca a luta. Enfim, achei péssimo. Foi uma baita quebra de expectativas.
Avaliação 3 ⭐️
